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Compreendendo melhor o "contágio das emoções"
Segundo os trabalhos de Goleman, é perfeitamente natural que o nosso estado emocional ou nosso "estado de espírito", acabe afetando o "estados de espírito" das pessoas que estão próximos de nós.
No princípio dos tempos isso estava intimamente relacionado a nossa sobrevivência. Em uma tribo de seres humanos primitivos, era muito importante, em muitos momentos, que o medo de uma pessoa se disseminasse para outra, como um sinal de alarme.
Objetivava que a atenção de todos se concentrassem rapidamente no perigo que se avizinhava, por exemplo, um bando de leões famintos.
Hoje em dia em função de que o desenvolvimento cerebral não acompanha no mesmo ritmo o desenvolvimento da civilização esse mecanismo coletivo ainda acontece de maneira semelhante.
Cada pessoa em uma rede de comunicação, basicamente aciona, dispara, uma emoção subliminar para pessoas ao lado.
Como um primitivo porém sofisticado sistema de comunicação, essas sinalizações não necessitam necessariamente de palavras. Mímicas, gestos, expressões faciais, "tons de voz", são modos de comunicação, que fazem com que o outro que está ao nosso lado, se sinta melhor ou pior.
Nas instituições as pessoas mais sensíveis, sabem disso, intuitivamente e pelo seu radar emocional, percebem por exemplo o valor que seu sorriso, pode causar no ambiente e o valor de uma "cara carrancuda" para produzir baixa no humor e no rendimento.
As pessoas que ao perceberem esse fatos e quiserem se aprimorar, devem estabelecer algumas metas tais como:
Incentivar o diálogo, os debates e as discussões de forma aberta.
Aprimorar suas capacidades de lidar com tato e diplomacia com pessoas difíceis e situações tensas.
Desenvolver a capacidade de orquestrar soluções em que todos saiam ganhando.
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